Rafael Vander S. Alecrim
Tenho 18 anos e moro com meus pais. Trabalho com cerveja, não bebo, gosto de animais, pretendo formar em técnico em agropecuária. Sou muito feliz, todos falam que para mim não tem tempo ruim. Amo meus pais, minha namorada e amigos verdadeiros. Não gosto de pessoas que falam mal pelas costas, gosto de pessoas objetivas, que sabem o que quer, não gosto de pessoas falsas, mel me enjoa por ser muito doce.
Sou uma pessoa amiga que gosta de ajudar os outro sem olhar quem.
Adoro cavalgar, pretendo comprar um sitio futuramente, para descansar com a pessoa que amo!!!
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Meu nome é Gisele, tenho 18 anos, nasci em São Mateus, MG. Gosto de estudar e estudo na EMPAL, a escola significa muito para mim, e uma grande oportunidade de me qualificar para um bom emprego e melhorar de vida, para que eu possa ingressar em um grande emprego. Eu gosto bastante de trabalhar em equipe. Sou muito comunicativa, gosto de escrever poemas, versos, mensagens e cartas. Gosto também de estar com a minha família.
São poucas as coisas que eu não gosto. Não gosto de barulho. Gosto de ser sincera com as pessoas e considero importante minha família e algumas pessoas que eu considero amigas.
No meu tempo livre gosto de passear e de estar sempre em família.
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Oi, sou a Tatiely
A escola para mim é muito boa aprendo muitas coisas interessantes além de conhecer pessoas novas e fazer amizade com professores
Eu gostaria de começar a trabalhar de qualquer coisa, mas gosto muito da minha profissão cabeleireira.
Não gosto de ficar dentro de casa tenho que sair todos os dias, principalmente, nos finais de semana sempre para uma balada. Considero muito importante o meu relacionamento. Gosto de dar valor para quem também me valoriza, é muito importante para mim e para a minha família. O que mais amo é o meu tempo livre e o que mais gosto de fazer é dançar funk. Tenho um grupo de axé e danço o tempo todo. Gosto também de namorar, mas por agora estou solteira.
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Meu nome é Pauline, tenho 17 anos. A escola é muito importante porque se eu não fosse para a escola eu não teria nada para fazer. Eu ainda não trabalho, mas se fosse para escolher eu seria veterinária porque amo animais.
Não gosto de pessoas falsas, prefiro manter distância delas porque não me agradam.
A coisa mis importante na minha vida é a minha mãe, sem ela não sou ninguém, certamente por ela ser mãe e pai, pois eu não tenho pai.
No meu tempo livre eu gosto de sair com meu namorado e amigos.
Bom, essa sou eu, espero que goste.
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Eu me chamo Douglas, nasci em Belo Horizonte, no hospital da Pompéia, em 1993. Aos 5 anos mudei para o bairro Paulo VI, depois mudei para o interior e os estudos lá eram muito bons.
Aos 16 anos retornei para Belo Horizonte e comecei a estudar no bairro Paulo VI.
Escola foi e é importante. Mudei de escola aos 16 anos, mas a escola era fraca, em 2009 vim para a EMPAL, neste ano chegou a carta do curso, e é uma oportunidade única. Eu gosto das teleaulas, visitas, educação fósica e excursões
O trabalho que eu mais gosto é o da polícia e também de desenhar em roupas além de gostar de ajudar as pessoas.
Eu não gosto de falsidade e das pessoas se acharem melhores que as outras. Considero a minha família muito importante.
No meu tempo livre gosto de jogar bola, sinuca, baralho e vídeo game. Gosto muito de sair e aos domingos vou a igreja. Gosto de ter muitos amigos.
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Meu nome é Wemerson Marcelo Vieira, nasci em agosto de 1991.
Eu não gostava de estudar, eu não sei porque até os meus 17 anos eu ainda não gostava. Agora que estou com 18 anos vi que a vida não é o mar de rosas, comecei a trabalhar e vi que a vida não é fácil para ninguém. Gosto de sair, trabalhar, soltar papagaio e de dançar com o grupo do meu amigo Negão – Tremy e CKT.
Eu estou muito feliz porque eu vim para a sala da Gal e aqui estou estudando e a minha mãe está feliz com isso.
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Meu nome é Hernane, tenho 16 anos e nasci em Contagem, MG.
Antigamente não gostava de estudar, só matava aulas e não sabia ler direito e nem escrever. Quando eu entrei no Programa Floração minha vida se transformou. Toco percussão e tenho um grupo de percussão chamado Tokim em lata. Estou querendo montar um novo grupo e estou juntando dinheiro com o que recebo do Fica vivo para comprar os instrumentos.
Gosto muito de dançar o “Rebolation”e o “Balacobaco”.
O Projeto Floração e a professora Gal foram dois anjos que caíram do céu em minha vida. Espero que todos pensem assim: a professora é muito legal é coisa de mãe. ???? O projeto me ensinou tantas coisas que eu sei explicar tim tim por tim TIM.
Gosto de namorar. Agora ando ocupado, principalmente, com os estudos e agradeço os professores, coordenadores, diretores do Projeto Floração.
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Nome: Crizz
Gosto muito do Projeto Aceleração porque permite ajudar os alunos a aprender e passar de ano de um jeito divertido. O que eu não gosto são de pessoas que acham que o projeto é para brincar e fazer palhaçada e não para estudar. A escola para mim é uma das coisas mais importantes por que sem estudo não conseguimos nada.
Algumas coisas tem que melhorar como: os professores tem que ser mais rígidos, pois se eles facilitam de mais, nós alunos vamos ficar querendo brincar com uma coisa que não é brincadeira: o estudo.
Eu espero poder me formar e cursar uma faculdade de medicina, por este ser o meu sonho: ser médico ou até um cirurgião plástico, mas estou muito novo para pensar no que eu quero ser, só tenho 15 anos e não posso me precipitar por ser da minha vida profissional que eu estou falando.
No meu tempo livre gosto de ficar na internet, mas não no MSN ou no Orkut, mas em coisas que me mantém informado sobre tudo que rola sobre medicina e jornalismo. Estava tão empolgado que esqueci de falar quem eu sou. Sou o Cristoferson e tenho 15 anos de idade.
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Sinara Carolina
Sou uma menina muito divertida, gosto de dançar, conversar, ajudar as pessoas. Não gosto de ficar falando dos outros e nem que falem de mim. Não gosto que me chamem atenção. Antes não gostava de ir a escola, brigava e xingava, hoje a escola mudou muito a minha vida. Quero ter uma carreira, ser advogada esse é um sonho meu e dos meus pais.
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Meu nome é Flavia, tenho 16 anos. No ano passado e no retrasado fui uma péssima aluna, nunca gostei de estudar, sempre fui rebelde, mas esse ano eu mudei de um jeito que eu não esperava, isso só aconteceu depois que eu conheci uma pessoa maravilhosa que é a minha professora e mudei para o Projeto Floração é isso aí que me mudou. Hoje não vou falar que adoro a escola, mas ela se tornou um ambiente muito agradável.
Sou uma pessoa que gosto de falar muito, brincar, fazer amizades; sou simples e humilde. Não gosto de fofoca e nem de pessoas falsas.
Para falar a verdade, não gosto de estudar, mas o projeto está me dando uma força. Sou inteligente, formosa, educada e extrovertida. Gosto de dançar. E é isso, sou assim!
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Sou o Junior. Gosto de tocar guitarra, desenhar, jogar vídeo game, jogar basquete e andar de skate. Gosto de música e garotas góticas e românticas que curtem esportes radicais.
As coisas que não gosto: brigar e futebol. Odeio punk e drogas.
As coisas que devem melhorar na escola: os professores tem que ser mais rigorosos na sala de aula, aumentar o tempo de recreio e da educação física além de melhorar a merenda escolar.
As coisas boas da escola são as aulas de informática e de educação física, que nem sempre tem e a professora Gal que é uma professora muito legal e a aula é muito divertida, mas tem dias que nem é legal. O meu sonho é ser desenhista profissional e só isto.
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Meu apelido é Negão, tenho 16 anos. Gosto muito de dançar e acho que levo jeito até tenho um grupo de dança. Quando não estou trabalhando melhor está.
Na escola é bom demais, ruim é que eu não estou indo direto, tem dias que chego às 19hs, mas darei um jeito.
O que acho de importante na escola é o meu grupo de dança e estou aprendendo muito mais coisas e olha que não vou direito.
Os meus amigos são: Carlos, Jonas, Igor, Fael e não posso me esquecer do Chicão.
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Max – Eu e minha vida
Quando eu era mais novo sofri muito com a separação dos meus pais. Morei com a minha mãe por algum tempo e fui morar com meu pai e fiquei um ano sem estudar, porque meu pai trabalhava viajando. Já morei em Sete Lagoas, Itajubá, Betânia, Santa Mônica e outras, quando voltei a morar com a minha mãe comecei a ter um estudo melhor, não sei por que.
Fiz vários amigos na escola anterior até que mataram meu primo e tive que sair de lá e voltei a morar com meu pai aqui.
Hoje eu estou no projeto e estou gostando muito aprendo mais com a professora Gal e fiz muitos amigos.
Eu gosto muito de estudar ciências, tocar instrumentos como bateria, violão, baixo e guitarra, sair para festas, fazer amigos e namorar. Eu não gosto de pessoas que se acham “a tal”, pessoas metidas, pessoas que falam pelas costas.
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Maycon - Minha vida e minha experiência na escola
Eu nasci em Vitória em 27 de agosto de 1993, eu morava com o meu pai e minha irmã. Minha mãe morava aqui em minas Gerais. Dia 03 minha mãe foi me buscar para eu vir morar aqui com ela e meus outros 4 irmãos.
Quando cheguei estava na 5ª série, passei para a 6ª, 7ª ao chegar na 8ª série minha mãe me colocou nesse projeto o que foi muito bom para mim.
Eu gosto de prestar atenção nas aulas, jogar bola e mexer no computador. Não gosto de gente mentirosa, atrevida, fofoqueira,... .
As coisas boas que tem na escola é o projeto que ajuda muito e a professora que ensina coisas boas, coisas que eu nem sabia e hoje sei além das excursões.
Eu quero estudar nesse projeto para entrar em um curso de informática e aprender tudo sobre internet.
O que tem que melhorar no projeto é ter mais exercício, excursões e educação física, além de sair mais cedo na sexta feira.
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Alex Sandro . Bispo Júnior
Eu gosto de jogar bola, participar das aulas de educação física, jogar vídeo game e brincar com meu irmãozinho menor de um ano.
Eu não gosto de acordar cedo, brigar na escola e em casa, se bem que na minha casa não tem briga. Não gosto que ninguém mexa nas minhas coisas.
Eu gosto da escola, da professora Gal e de suas aulas e dos meus amigos que fiz na escola; e lógico das meninas mais ainda.
Eu gostaria que tivesse mais aulas de física. Sonhei que estava formando na escola e todos os meus amigos presentes e eu conseguia um bom trabalho para ajudar a minha mãe.
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Adriano Nogueira
Eu sou assim: moro com a minha mãe e meu irmão. Sou feliz, estou trabalhando e ajudando a minha mãe.
Na escola não sou muito experiente, mas entrei para aprender a ser alguém na vida e a descobrir as coisas que não sei, o que tenho dificuldade. Tenho preguiça so que deixo-a de lado e sigo a minha vida.
Gosto muito daqui, mas lá em Vitória é melhor, pois tem praia. Essa é a minha vida.
Me animei a estudar, pois na escola é melhor do que ficar na rua sem saber nada, às vezes alguém te pergunta algo que não sabemos por não termos estudado.
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Jéssica
Eu gosto de ser feliz! Gosto de conversar com minhas amigas, escrever poesias, escutar música, ficar na rua, sair, ver TV, dançar e gritar.
Não gosto de fofoca e muito menos de mentira; fico muito chateada quando as pessoas falam da vida dos outros, não gosto de gente falsa, nem quando as pessoas me chamam atenção e nem quando minhas amigas ficam com raiva de mim.
Antes eu não gostava de ir à escola, mas agora eu gosto porque estou no projeto, a professora é muito boa e muito legal. A minha vida mudou, gosto de conversar na hora do recreio, adoro ir para a sala de informática. Só tem um problema eu falto muito as aulas, não porque eu não queira ir para a escola, tem dias que não dá!
A escola poderia melhorar: sair mais cedo na sexta feira, maior tempo de recreio, duas aulas de educação física. Eu acho que é só isso que precisa melhorar.
O meu sonho é ser médica ou advogada, gosto de defender as pessoas. Quero fazer enfermagem e quero que minha família tenha orgulho de mim.
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Alax
Meu nome é Alax, tenho 14 anos. Ano passado e no ano retrasado eu fui uma péssima aluna. Nunca gostei de estudar, sempre fui rebelde. Mudei quando entrei para o Projeto Floração. Não vou falar que hoje eu adoro a escola, mas ela se tornou importante.
Gosto de brincar, falar muito. Sou verdadeira.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Naturalmente Eu, poesia escrita pela Professora Gal, vencedora do Concurso Eu sou a Natureza
Naturalmente Eu (Glausireé Dettman de Araújo)
A cultura urbana se mistura com meu sangue.
O verde é concretado no cinza.
E o concreto torna-se substância amarga.
Neste fluxo e refluxo da águas calmas e tormentas,
Sinto-te assim: broto do porvir...
Local onde se concentram as esperanças,
Ou mais propriamente dito,
O ato de ser livre.
Talvez a palavra seja fato
De liberdade, onde os grilhões se partem para
Os sentimentos verídicos fluírem.
Sinto-te sem princípio
Ou destino, mas interligada em meu existir.
E os caminhos agora apontam 2027... vou aprendendo
Contigo a pintar o sete e esteticamente significar o existir.
Obrigada por sua luz na minha vida, por permitir que eu faça
Parte do seu pequeno mundinho.
Canções e mais canções são reveladas ao vento,
Palavras que fazem o coração explodir.
Amanhecer e sentir o brilho do teu olhar,
A me iluminar, a me conduzir.
Vou caminhando, passo aqui, outro ali. E, seguramente,
Procuro e alcanço seu eterno navegar em mim.
Natureza, és meu início, meio e fim.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Chantal
Chantal Herskovic, nasceu em João Monlevade, hoje mora em Belo Horizonte. Tem especialização em Comunicação - novas tecnologias e hipermídia, pelo Uni-BH, é mestranda em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFMG na área de cinema de animação; tem formação em Design Gráfico na Escola de Design da UEMG. Começou a publicar tiras em quadrinhos com treze anos no jornal "Diário da Tarde", durante sete anos. Atualmente mantêm uma publicação diária da tira em quadrinhos da série Juventude no jornal Estado de Minas. Atua principalmente na área de ilustrações para revistas e jornais, tendo já publicado três revistas de tiras em quadrinhos da série Juventude. Já publicou desenhos na Suíça e nos Estados Unidos; participou da exposição Consecuencias Historieta Brasilenã em Madri (dezembro-2002) e Barcelona (março-2003), assim como do livro Consecuencias (Madri - I NJUVE-2002), da exposição Internacional de cartuns em Ploiesti - Romênia (setembro-2003).
Leia mais sobre a desenhista acesando o site http://www.quadrinho.com/chantal/autora/
terça-feira, 1 de junho de 2010
Para ler mangás on line
Galera,
Vcs que são fascinados pelos mangás, aí vai um endereço para que possam lê-los on line.
http://www.centraldemangas.com.br/
Divirtam-se
Vcs que são fascinados pelos mangás, aí vai um endereço para que possam lê-los on line.
http://www.centraldemangas.com.br/
Divirtam-se
A história dos mangás
O mangá é a palavra usada para designar as histórias em quadrinhos feitas no estilo japonês. Vários mangás dão origem a animações para exibição na TV, vídeo ou cinemas, mas também há o processo inverso em que as animações tornam-se uma edição impressa de história em sequência ou de ilustrações.
Os mangás têm suas raízes no século VIII d.C., com o aparecimento dos primeiros rolos de pinturas japonesas. Eles associavam pinturas e textos que juntos contavam uma história à medida que eram desenrolados.
A partir da metade do século XII, surgem os primeiros com estilo japonês. O Genji Monogatari Emaki é o exemplar mais antigo conservado, sendo o mais famoso o Chojugiga. Nesses últimos surgem, diversas vezes, textos explicativos após longas cenas de pintura. Essa prevalência da imagem assegurando sozinha a narração é hoje uma das características mais importantes dos mangás.
No período Edo, em que os rolos são substituídos por livros, as estampas eram destinadas à ilustração de romances e poesias, mas rapidamente surgem livros para ver em oposição aos livros para ler.
Os mangás não tinham sua forma atual, que surge no início do século XX sob influência de revistas comerciais ocidentais provenientes dos EUA e Europa, os jornais traziam humor e sátiras sociais e políticas em curtas tiras de um ou quatro quadros.
Sob ocupação americana após a Segunda Guerra Mundial, os mangakas (desenhistas) sofrem grande influência das histórias em quadrinhos ocidentais da época, traduzidas e difundidas em grande quantidade na imprensa cotidiana.
As características faciais semelhantes às dos desenhos de Disney e Fleischer, onde olhos boca, sobrancelhas e nariz são desenhados de maneira bastante exagerada para aumentar a expressividade dos personagens tornaram sua produção possível. É ele quem introduz os movimentos nas histórias através de efeitos gráficos, como linhas que dão a impressão de velocidade ou onomatopeias que se integram com a arte, destacando todas as ações que comportassem movimento, mas também, e acima de tudo, pela alternância de planos e de enquadramentos como os usados no cinema. As histórias ficaram mais longas e começaram a ser divididas em capítulos.
A maioria dos mangás tinham como público-alvo as crianças e jovens, nos anos 60 aparecem para adultos abordando assuntos mais sérios e com roteiros mais complexos. Assim, os mangás cresceram com seus leitores e diversificaram-se segundo o gosto de um público tornando-se aceitos culturalmente. Como espelho social abordam todos os temas imagináveis: a vida escolar, a do trabalhador, os esportes, o amor, a guerra, o medo, séries tiradas da literatura japonesa e chinesa, a economia e as finanças, a história do Japão, a culinária e mesmo manuais de "como fazer", revelando assim suas funções pedagógicas.
Formato
A ordem de leitura de um mangá japonês é a inversa da ocidental, ou seja, inicia-se da capa do livro com a brochura à sua direita (correspondendo a contracapa ocidental), sendo a leitura das páginas feita da direita para a esquerda. Alguns mangás publicados fora do Japão possuem a configuração habitual do Ocidente.
Além disso, o conteúdo é impresso em preto-e-branco, contendo esporadicamente algumas páginas coloridas, geralmente no início dos capítulos, e em papel reciclado tornando-o barato e acessível a qualquer pessoa.
Há também os fanzines que são revistas feitas por autores independentes sem nenhum vínculo com grandes empresas. Algumas dessas revistas criam histórias inéditas e originais utilizando os personagens de outra ou podem dar continuidade a alguma série famosa.
Os mangás têm suas raízes no século VIII d.C., com o aparecimento dos primeiros rolos de pinturas japonesas. Eles associavam pinturas e textos que juntos contavam uma história à medida que eram desenrolados.
A partir da metade do século XII, surgem os primeiros com estilo japonês. O Genji Monogatari Emaki é o exemplar mais antigo conservado, sendo o mais famoso o Chojugiga. Nesses últimos surgem, diversas vezes, textos explicativos após longas cenas de pintura. Essa prevalência da imagem assegurando sozinha a narração é hoje uma das características mais importantes dos mangás.
No período Edo, em que os rolos são substituídos por livros, as estampas eram destinadas à ilustração de romances e poesias, mas rapidamente surgem livros para ver em oposição aos livros para ler.
Os mangás não tinham sua forma atual, que surge no início do século XX sob influência de revistas comerciais ocidentais provenientes dos EUA e Europa, os jornais traziam humor e sátiras sociais e políticas em curtas tiras de um ou quatro quadros.
Sob ocupação americana após a Segunda Guerra Mundial, os mangakas (desenhistas) sofrem grande influência das histórias em quadrinhos ocidentais da época, traduzidas e difundidas em grande quantidade na imprensa cotidiana.
As características faciais semelhantes às dos desenhos de Disney e Fleischer, onde olhos boca, sobrancelhas e nariz são desenhados de maneira bastante exagerada para aumentar a expressividade dos personagens tornaram sua produção possível. É ele quem introduz os movimentos nas histórias através de efeitos gráficos, como linhas que dão a impressão de velocidade ou onomatopeias que se integram com a arte, destacando todas as ações que comportassem movimento, mas também, e acima de tudo, pela alternância de planos e de enquadramentos como os usados no cinema. As histórias ficaram mais longas e começaram a ser divididas em capítulos.
A maioria dos mangás tinham como público-alvo as crianças e jovens, nos anos 60 aparecem para adultos abordando assuntos mais sérios e com roteiros mais complexos. Assim, os mangás cresceram com seus leitores e diversificaram-se segundo o gosto de um público tornando-se aceitos culturalmente. Como espelho social abordam todos os temas imagináveis: a vida escolar, a do trabalhador, os esportes, o amor, a guerra, o medo, séries tiradas da literatura japonesa e chinesa, a economia e as finanças, a história do Japão, a culinária e mesmo manuais de "como fazer", revelando assim suas funções pedagógicas.
Formato
A ordem de leitura de um mangá japonês é a inversa da ocidental, ou seja, inicia-se da capa do livro com a brochura à sua direita (correspondendo a contracapa ocidental), sendo a leitura das páginas feita da direita para a esquerda. Alguns mangás publicados fora do Japão possuem a configuração habitual do Ocidente.
Além disso, o conteúdo é impresso em preto-e-branco, contendo esporadicamente algumas páginas coloridas, geralmente no início dos capítulos, e em papel reciclado tornando-o barato e acessível a qualquer pessoa.
Há também os fanzines que são revistas feitas por autores independentes sem nenhum vínculo com grandes empresas. Algumas dessas revistas criam histórias inéditas e originais utilizando os personagens de outra ou podem dar continuidade a alguma série famosa.
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