(...) “- pois sinto bater os sinos,
percebo o roçar das rezas,
vejo o arrepio da morte,
à voz da condenação;
- avisto a negra masmorra
e a sombra do carcereiro
que transita sobre angústias,
com chaves no coração;” (Cecília Meireles – Romanceiro da Inconfidência)
A viagem – Michael Douglas Gualberto
A viagem foi muito boa porque os lugares que visitamos são muito interessantes. A primeira igreja que visitamos é muito grande, antiga e conservada; olhando para ela parece que nós voltamos no passado.
A praça aonde fica a primeira igreja que paramos dá para ver a cidade inteira. OS meio fios são de pedra em vez de paralelepípedos e o interessante é que as calçadas são de pedra sabão.
A capela que nós visitamos é bonita por ser bem conservada.
A igreja: eu nunca fui numa igreja tão bonita e tão bem feita. Até agora eu não entendi como eles conseguiram fazer uns desenhos no teto tão bem feitos e mais coisas pintados de ouro, os anjos, as texturas feitas de madeira sem pregos, tudo encaixado! Peças e brincos de ouro e outras coisas mais. São 434 kg de ouro usados na igreja. O ouro vinha da própria região; era tirado de dentro das grutas. Outras matérias primas para a construção da igreja Nossa Senhora do Pilar vinha de Portugal.
( ... ) “Passei por essas plácidas colinas
e vi das nuvens, silencioso, o gado
pascer nas solidões esmeraldinas.
Largos rios de corpo sossegado
dormiam sobre a tarde, imensamente,
- e eram sonhos sem fim, de cada lado.
Entre nuvens, colinas e torrente,
uma angústia de amor estremecia
a deserta amplidão na minha frente”. (Cecília Meireles – Romanceiro da Inconfidência)
Ouro Preto – Junio F.
O que achei da viagem foi a visita a Igreja Nossa Senhora do Pilar, gostei das estátuas e das pinturas da visita aos museus dos lanches, do almoço e da visita à mina. Não gostei do frio de Ouro Preto e dos morros.
Relatório – Max Alves
Foi um encontro da Escola, Tudo começou comigo e meus parceiros juntos caminhando pelas ruas de Ouro Preto, pela história que aprofundou nossos estudos da escola com minha professora. Foi ali que entendi porque tanto escravizaram os negros pelos brancos. Graças a Deus tudo acabou...
Nós fomos juntos para estudar a história dos escravos, vimos onde trabalhavam, dormiam, seus instrumentos de trabalho e as pedras preciosas que encontravam.
Eu gostei muito, pois tinham muitas meninas, uma comida boa e fomos muito bem recebidos. Não gostei do clima muito frio e das ruas por serem muito escorregadias.
(...) “Passei por entre as grotas negras, perto
dos arroios fanados, do cascalho
cujo ouro já foi todo descoberto.
As mesmas salas deram-me agasalho
onde a face brilhou de homens antigos,
iluminada por aflito orvalho”. (Cecília Meireles – Romanceiro da Inconfidência)
Davidson
Foi uma das melhores excursões que fizemos, fiquei muito impressionado com a senzala e a mina. A viagem em geral foi a parte que mais gostei, conheci várias origens de provérbios. Gostei muito. Obrigado!
David
A viagem para mim foi ótima, conheci pessoas novas, ganhei mais conhecimento, fiquei sabendo mais sobre meu estado e meus antepassados.
Curti bem a viagem dentro do ônibus para ir e voltar, sem comparação. Senti falta da Mirtes.
Zooi
Eu gostei muito da viagem. Conheci muitas coisas legais como a mina, os cristais de diamante do museu e o ouro das igrejas. Gostei muito do guia, ele é muito legal.
A excursão para Ouro Preto - Wemrson Marcelo
Nós chegamos lá muito bem. Chegamos na rodoviária e fomos seguindo nosso destino, fomos direto para a igreja. Vimos a primeira igreja, tiramos fotos, brincamos, nos divertimos e estávamos todos juntos e misturados. Mais tarde nós fomos À outra igreja, pois tínhamos que assistir a uma palestra sobre o ouro. Ficamos encantados porque dentro da igreja era tudo ouro. Sem falar que era de madeira encaixada. Depois nós fomos a uma senzala, logo após fomos almoçar. Só que não foi possível almoçarmos no horário em que chegamos. Então fomos ao museu e ficamos lá até as 13:40hs. Nós vimos as coisas que os escravos utilizavam. Aí sim fomos almoçar, nós formamos uma fila depois chegou uma dupla fazendo um show e pediram ajuda. Depois de ajudarmos entramos para almoçar.
Almoçamos e depois fomos a uma gruta, nós ficamos lá o resto da tarde, depois fomos pegar o ônibus e partimos. Gostei muito porque todos se comportaram bem.
(...) “Grossos pés firmam-se em pedras:
sob os chapéus desabados,
O olhar galopa no abismo,
vai revolvendo o planalto;
descobre os índios desnudos,
que se escondem, timoratos;
calcula ventos e chuvas;
mede os montes, de alto a baixo;
em rios a muitas léguas
vai desmontando o cascalho;
em cada mancha de terra,
desagrega barro e quartzo”. (Cecília Meireles – Romanceiro da Inconfidência)
Chicão
Eu gostei muito da mina, é um lugar assustador, parecia não ter fim sem falar na falta de ar. E gostei da comida estava deliciosa, mas não igual a dos Espírito Santo (visita ao Tamar). Gostei de andar na cidade com o guia turístico.
Relatório de Ouro Preto – Sinara Carolina
Ouro Preto é uma cidade histórica e muito rica com suas peças de ouro e prata como nas igrejas. Ouro Preto tem lojas de artesanato, pedras, casas antigas que são restauradas, a mina onde os escravos garimpavam ouro. Cada escravo tinha seu buraco, aquele que não achasse seu buraco era morto. Ouro Preto conta histórias incríveis com suas peças de Aleijadinho, um grande artista. Lá também oferece as melhores comidas mineiras.
(...) “Mil bateias vão rodando
sobre córregos escuros;
a terra vai sendo aberta
por intermináveis sulcos;
infinitas galerias
penetram morros profundos.
De seu calmo esconderijo,
O ouro vem, dócil e ingênuo;
torna-se pó, folha, barra,
prestígio, poder, engenho..
É tão claro! - e turva tudo:
honra, amor e pensamento”. (Cecília Meireles – Romanceiro da Inconfidência)
Redação – Andresa Pinheiro Lopes
Oi! O meu nome é Andresa, tenho 16 anos e estou aqui para contar como foi a viagem à Ouro Preto.
Primeiro nós saímos da escola às 7:00hs no sábado, percorremos muitos quilômetros, quando chegamos lá estava garoando. Assim, querendo chover. Nós do Floração e do EJA tivemos que usar sombrinhas porque a garoa estava muito forte. Estavam lá todos nós sentindo frio. Nós conhecemos o Wilson, que além de ser o nosso guia, falava demais. A Gal e o Maurício nos mostraram muitas casas antigas com a decoração das janelas maravilhosamente lindas não tem nem como explicar tantas maravilhas. De lá nós vimos as igrejas, mas a que eu mais gostei mesmo foi de entrar numa delas, a decoração da igreja, gente, era tão linda, coberta de ouro, o teto desenhado de santos e as paredes cobertas por imagens com ouro ao redor. Tudo de modo especial. Eu gostei muito. Depois nós fomos a um museu antigo que tinham objetos da época da escravidão, eu vi coisas que dá dó de ver: as correntes, as ferramentas que eles usavam para trabalhar, os cômodos da casa grande, os móveis antigos... tudo tão perfeito... Depois nós saímos e fomos a outro museu, porém este guardava pedras preciosas e outros instrumentos. Sabe, depois de ver as casas, as igrejas e os museus nós fomos a um restaurante lindo, com decoração antiga, com tudo arrumado e a comida estava uma delícia .... Depois do almoço nós fomos a mina, sabe, nós fomos explorados também porque tivemos que subir cada morro que vocês nem imaginam o tamanho... Voltando ao assunto, quando nós chegamos lá o mô, a Flávia e os dê fizeram muitas gracinhas e eu fiquei com medo e o mô me deu segurança, aí a Gal e a Rose separaram quatro grupos para entrar na mina; primeiro foi a Rose com o grupo dela, depois a outra moça com o grupo dela, terceiro o Maurício com o grupo dele e em quarto a Gal conosco. Sabe, quando eu entrei na mina eu segurei a mão do Jéferson com tanta força de medo. Quando estávamos no meio da mina o guia mandou chamar o nome e apagaram todas as luzes, a mina estava muito abafada eu não via a hora de sair de lá. Com muita calma e paciência nós saímos de dentro da mina e despedimos de todos e viemos embora. Quando estávamos perto da rodoviária, o mô, ou melhor, o Jak comprou um coração de pedra escrito “eu te amo” para mim. Aí nós viemoos embora, e cá entre nós ali em Ouro Preto ficaram muitas recordações, essa foi a viagem mais interessante da floração. Agora nós só temos a agradecer a Gal e a todos que colaboraram com a viagem.
Obrigada Gal e o Floração.
(...)O Conde jurou no Carmo
não fazer mal a ninguém.
(Vede agora pelo morro
que palavra o Conde tem!
Casas, muros, gente aflita
no fogo rolando vêm!)
D. Pedro, de uma varanda,
viu desfazer-se o arraial.
Grande vilania, Conde,
cometes, para teu mal.
Mas o que agüenta as coroas
é sempre a espada brutal.
Riqueza grande da terra,
quantos por ti morrerão!
(Vede as sombras dos soldados
entre pólvora e alcatrão!
Valha-nos Santa Ifigênia!
- E isto é ser povo cristão!)” (Cecília Meireles – Romanceiro da Inconfidência)
Relatório de Ouro Preto – Maycon Nigueira
A saída para ir para Ouro Preto foi na EMPAL.
Nós chegamos na rodoviária de Ouro Preto, depois tivemos que fazer uma caminhada até a igreja Matriz do Pilar. Quando chegamos nessa igreja tivemos que tirar o boné e a igreja era toda de ouro. Eu já ia me esquecendo ... do engarrafamento que demorou mais ou menos meia hora, aí a professora Gal já deu o lanche para adiantar.
Continuando ... depois da Igreja Matriz do Pilar, nós fomos para a Igreja de São Francisco de Assis ela é muito bonita, e depois para a Casa dos Contos.
Agora é a hora do almoço que foi em um restaurante, que a comida estava ótima. Depois fomos descansar do almoço. Após nós fomos para o Museu da Inconfidência que foi muito bom: as pedras, as moedas, tirando as meninas do Barreiro.
Após fomos ao Museu de Ciência e Técnica onde vimos vários instrumentos.
Eu agradeço a vocês duas: Gal e Rose.
Relatório Ouro Preto – Flávia Rodrigues de Souza
[...] Ouro Preto é no mínimo, um lugar interessante para se conhecer, onde o novo e o antigo se misturam num dos cenários mais bonitos que Minas Gerais tem pra oferecer. Além disso, não falei sobre as belas ruas feitas de pedra sabão, sem calçamento e que são bem escorregadias. A cidade é linda as casas lá são bem diferentes, são antigas, lá não se encontram casas como aqui em BH. Conhecer o barroco mineiro foi uma experiência muito significativa.
Bom ,quando eu fui eu fiquei muito desesperada e ansiosa para chegar lá, quando cheguei, nossa! Parecia que estava indo pro céu de tão lindo que é lá, fiquei um pouco com medo na hora de entrar na mina porque quanto mais eu andava mais eu ia abaixando e achei muito interessante todos os museus que visitei e enfim, adorei estar lá e provar a deliciosa comida de lá. E é só.
Agradeço a você Gal por estar me motivando.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
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